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26 de julho de 2016

Dica ViaFreud: canal do Christian Dunker

O professor da USP Christian Dunker, autor de "Estrutura e Constituição da Clínica Psicanalítica", e colunista do blog da Boitempo, criou um canal no Youtube onde divulga excelentes vídeos comentando alguns conceitos importantes da Psicanálise e seus autores. 

Eu super recomendo duas séries de vídeos, para ver, anotar e rever! A primeira é uma série de 15 aulas sobre os Conceitos Fundamentais da psicanálise a partir da leitura de Lacan, onde Dunker explora o estádio do espelho, os três registros RSI, o tempo lógico, a dialética entre desejo e demanda e outros conceitos teóricos importantes para os estudiosos sobre o tema.

A segunda é a série Falando Nisso, que não é voltada para os psicanalistas, mas para o público em geral, para o leigo que ouve falar no inconsciente e se interessa em saber um pouquinho mais. Nesta série de vídeos, Dunker tem a preocupação de abordar mal entendidos frequentes como a diferença entre psicologia, psicanálise e psiquiatria, a psicanálise com crianças, o tratamento da ansiedade através da psicanálise, aproximando o leigo da clínica psicanalítica e do legado freudiano para além dos conceitos rebuscados ou os jargões populares como "Freud explica!"
No vídeo abaixo, Chistian Dunker fala sobre psicanálise, psiquiatria e psicologia.







Fernanda Pimentel é psicanalista e atualmente cursa doutorado em Pesquisa e Clínica em Psicanálise na UERJ, pesquisando sobre a psicanálise na atualidade e a clínica contemporânea.
 Atende em consultório em Niterói e Copacabana.


20 de julho de 2016

Clínica social - Patologias da imagem


Em 2010 iniciei uma pesquisa de Mestrado, financiada pelo CNPq, no Programa de Pós Graduação em Psicanálise da UERJ, sobre os sintomas alimentares: anorexias e bulimias, com o objetivo de investigar a etiologia e a prática clínica com esses pacientes.

Hoje, no curso de Doutorado, iniciado em 2015 na mesma universidade, esta pesquisa toma um novo formato, e passa a incluir não apenas os transtornos alimentares, mas toda a sintomatologia que envolve a obsessão pela beleza e os excessos de manipulação da imagem do corpo com objetivos estéticos. 
Assim, além das anorexias e bulimias, incluo agora na minha pesquisa sob o termo Patologias da Beleza, os sintomas dismórficos, os excessos de intervenções estéticas e cirurgias plásticas e a preocupação exagerada com a aparência, com o objetivo é investigar como a busca pela beleza eterna pode levar a destruição do próprio corpo.

Vinculado a esta pesquisa, ofereço atendimento em Niterói e em Copacabana a preços populares para pacientes que se enquadrem na sintomatologia descrita: anorexias, bulimias, preocupação excessiva com o corpo, distúrbios na percepção da própria imagem, excessos de intervenções estéticas, intensas rotinas de exercício, abuso de medicação, etc. 



Clínica Social - Patologias da imagem
Terças-feiras - Niterói (Icaraí)
Quartas-feiras - Rio (Copacabana)

A primeira entrevista/avaliação inicial é gratuita e neste encontro é estabelecido o valor a ser pago nas sessões posteriores.
Para agendamento, entre em contato pelo cel: (21)98123-1472




11 de julho de 2016

Entrevista com Simone de Beauvoir, em 1959



Simone de Beauvoir foi uma escritora, intelectual, filósofa existencialista, ativista política e feminista francesa, que teve uma influência significativa tanto no existencialismo quanto na teoria feminista.

Formada em filosofia pela Universidade de Sorbonne, onde conheceu outros jovens intelectuais, como Maurice Merleau-Ponty, René Maheu e Jean-Paul Sartre - com quem manteve um relacionamento por toda a vida -, De Beauvoir escreveu romances, ensaios, biografias, (e até uma autobiografia!) sobre filosofia, política e questões sociais. Seu trabalho mais conhecido é o livro O Segundo Sexo, de 1949, onde faz uma análise detalhada sobre a opressão das mulheres e um tratado fundamental do feminismo contemporâneo.

Nessa rara entrevista, concedida para a Rádio Canadá e realizada na França em 1959 por Wilfrid Lemoine, a autora fala de amor livre, existencialismo, feminismo e relacionamentos. Apesar de ter sido gravada ainda na década de 50, a entrevista só foi difundida recentemente, devido a grande pressão por parte da igreja católica e do arcebispo de Montreal, que censuraram o material na época. 

Simone de Beauvoir Fala (1959):




Fernanda Pimentel é psicanalista e atualmente cursa doutorado em Pesquisa e Clínica em Psicanálise na UERJ, pesquisando sobre a psicanálise na atualidade e a clínica contemporânea.
 Atende em consultório em Niterói e Copacabana.


9 de julho de 2016

Exaustos-e-correndo-e-dopados, por Eliane Brum

A jornalista Eliane Brun dispensa qualquer apresentação, principalmente para os leitores do ViaFreud, que já estão acostumados a me ver compartilhando seus escritos (veja aqui, aqui ou aqui, por exemplo). Precisa, como sempre, ela aborda, nesse texto, os frequentes mal estares da cultura contemporânea. 


Exaustos-e-correndo-e-dopados

Eliane Brum
Fonte: El País
Nos achamos tão livres como donos de tablets e celulares, vamos a qualquer lugar na internet, lutamos pelas causas mesmo de países do outro lado do planeta, participamos de protestos globais e mal percebemos que criamos uma pós-submissão. Ou um tipo mais perigoso e insidioso de submissão. Temos nos esforçado livremente e com grande afinco para alcançar a meta de trabalhar 24X7. Vinte e quatro horas por sete dias da semana. Nenhum capitalista havia sonhado tanto. O chefe nos alcança em qualquer lugar, a qualquer hora. O expediente nunca mais acaba. Já não há espaço de trabalho e espaço de lazer, não há nem mesmo casa. Tudo se confunde. A internet foi usada para borrar as fronteiras também do mundo interno, que agora é um fora. Estamos sempre, de algum modo, trabalhando, fazendo networking, debatendo (ou brigando), intervindo, tentando não perder nada, principalmente a notícia ordinária. Consumimo-nos animadamente, ao ritmo de emoticons. E, assim, perdemos só a alma. E alcançamos uma façanha inédita: ser senhor e escravo ao mesmo tempo.
Como na época da aceleração os anos já não começam nem terminam, apenas se emendam, tanto quanto os meses e como os dias, a metade de 2016 chegou quando parecia que ainda era março. Estamos exaustos e correndo. Exaustos e correndo. Exaustos e correndo. E a má notícia é que continuaremos exaustos e correndo, porque exaustos-e-correndo virou a condição humana dessa época. E já percebemos que essa condição humana um corpo humano não aguenta. O corpo então virou um atrapalho, um apêndice incômodo, um não-dá-conta que adoece, fica ansioso, deprime, entra em pânico. E assim dopamos esse corpo falho que se contorce ao ser submetido a uma velocidade não humana. Viramos exaustos-e-correndo-e-dopados. Porque só dopados para continuar exaustos-e-correndo. Pelo menos até conseguirmos nos livrar desse corpo que se tornou uma barreira. O problema é que o corpo não é um outro, o corpo é o que chamamos de eu. O corpo não é limite, mas a própria condição. O corpo é.

Icarus, de David LaChapelle

Os cliques da internet tornaram-se os remos das antigas galés. Remem remem remem. Cliquem cliquem cliquem para não ficar para trás e morrer. Mas o presente, nessa velocidade, é um pretérito contínuo. Se a internet parece ter encolhido o mundo, e milhares de quilômetros podem ser reduzidos a um clique, como diz o clichê e alguns anúncios publicitários, nosso mundo interno ficou a oceanos de nós. Conectados ao planeta inteiro, estamos desconectados do eu e também do outro. Incapazes da alteridade, o outro se tornou alguém a ser destruído, bloqueado ou mesmo deletado. Falamos muito, mas sozinhos. Escassas são as conversas, a rede tornou-se em parte um interminável discurso autorreferente, um delírio narcisista. E narciso é um eu sem eu. Porque para existir eu é preciso o outro.
Há tanta informação disponível, mas talvez estejamos nos imbecilizando. Porque nos falta contemplação, nos falta o vazio que impele à criação, nos falta silêncios. Nos falta até o tédio. Sem experiência não há conhecimento. E talvez uma parcela do ativismo seja uma ilusão de ativismo, porque sem o outro. Talvez parte do que acreditamos ser ativismo seja, ao contrário, passividade. Um novo tipo de passividade, cheia de gritos, de certezas e de pontos de exclamação. Os espasmos tornaram-se a rotina e, ao se viver aos espasmos, um espasmo anula o outro espasmo que anula o outro espasmo. Quando tudo é grito não há mais grito. Quando tudo é urgência nada é urgência. Ao final do dia que não acaba resta a ilusão de ter lutado todas as lutas, intervindo em todos os processos, protestado contra todas as injustiças. Os espasmos esgotam, exaurem, consomem. Mas não movem. Apaziguam, mas não movem. Entorpecem, mas será que movem?
Sobre esse tema há um pequeno livro, precioso, chamado sugestivamente de Sociedade do Cansaço (Editora Vozes). Seu autor é o filósofo Byung-Chul Han, um coreano radicado na Alemanha que se tornou professor universitário de filosofia e estudos culturais em Berlim. Neste livro, Han faz um diálogo crítico com pensadores como Alain Ehrenberg, Giorgio Agamben, Michel Foucault, Hanna Arendt, Walter Benjamin e Friedrich Nietzsche, entre outros. Já meu diálogo com ele é por minha própria conta e risco. Sobre nossa nova condição, Han diz:
“A sociedade do trabalho e a sociedade do desempenho não são sociedades livres. Elas geram novas coerções. A dialética do senhor e escravo está, não em última instância, para aquela sociedade na qual cada um é livre e que seria capaz também de ter tempo livre para o lazer. Leva, ao contrário, a uma sociedade do trabalho, na qual o próprio senhor se transformou num escravo do trabalho. Nessa sociedade coercitiva, cada um carrega consigo seu campo de trabalho. A especificidade desse campo de trabalho é que somos ao mesmo tempo prisioneiro e vigia, vítima e agressor. Assim, acabamos explorando a nós mesmos. Com isso, a exploração é possível mesmo sem senhorio”.
Veja o artigo na íntegra aqui.


Fernanda Pimentel é psicanalista e atualmente cursa doutorado em Pesquisa e Clínica em Psicanálise na UERJ, pesquisando sobre a psicanálise na atualidade e a clínica contemporânea.
 Atende em consultório em Niterói e Copacabana.

8 de junho de 2016

Simpósio do Instituto Sephora : Invenções e desmentidos: verdade, mentira e ficção.

Mais um evento legal acontecendo no segundo semestre! Esse é o Simpósio do Instituto Sephora de Ensino e Pesquisa de Orientação Lacaniana, pesquisa da Profª Tania Coelho dos Santos, do Programa de Pós-graduação em Teoria Psicanalítica da UFRJ.

Até o dia 30 desse mês a comissão cientifica está aceitando propostas de trabalhos para serem apresentados nas mesas. Os trabalhos bem avaliados que não forem selecionados para a apresentação oral, serão convidados para publicação como artigo em aSEPHallus, Revista de Orientação Lacaniana. Veja as regras para envio no site.




INVENÇÕES E DESMENTIDOS: verdade, mentira e ficção

A inexistência do Outro e a ascensão do objeto a ao zênite da civilização nos convida a desfrutar das liberdades democráticas na sociedade hedonista de consumo. A cada um o direito de inventar e usufruir de seu corpo e de seu estilo de vida. Liberdade de redesignar o próprio sexo e de lançar mão de novas tecnologias reprodutivas para contornar os limites impostos pela natureza aos corpos biológicos. Invenções criativas ou simplesmente desmentidos do Outro simbólico? Afinal, o ideal individualista-consumista assenta-se sobre a lei de ferro do mercado que reduz todos os valores a objetos de consumo. Corpo, intimidade, laços sócio afetivos e até nosso próprio eu não passam de mercadorias que podemos sonhar em adquirir, exibir ou vender. A sociedade fragiliza-se, convidada a assimilar, incluir, acomodar-se ao crescimento dos direitos individuais e à invenção de cada um. Os interesses particulares aparelham politicamente o Estado e prevalecem amplamente sobre os interesses coletivos. Como analisar estes fenômenos sociais? Cinismo, canalhice ou esperteza banal? Diante de tantas evidências de uma topologia com direito e avesso, fomos levados a perguntar: o Outro não existe na contemporaneidade ou vivemos a época do desmentido generalizado do Outro? Como intervir neste debate com a psicanálise? Ou não devemos oferecer análise aos espertalhões?
Tania Coelho dos Santos (Presidente do ISEPOL)   

PROGRAMA COMPLETO DO EVENTO
Local:
South American Hotel
Rua Francisco Sá, 90 – Copacabana, RJ.

Data:
30 de setembro e 1º de outrubro/2016



30 de setembro – sexta-feira

13h  - Credenciamento e inscrições.
14h - Mesa de abertura:
• Analisando a esperteza política, suas mentiras des-lava-das e desmentidos veementes - Conversa entre Tania Coelho dos Santos e Jorge Forbes.
15h - Plenária 1:

• Invenções e desmentidos: reprodução biológica e filiação simbólica
• Novas tecnologias reprodutivas - Simone Perelson
• Filiação em psicanálise - Rosa Guedes Lopes

Mediadora: Andrea Martello
17h - Plenária 2:

• Invenções e desmentidos: sexo anatômico e gênero
• Transexualismo e redesignação de sexo - Maria Cristina Antunes
• Teoria do gênero e psicanálise - Marcus do Rio Teixeira
Mediadora: Leda Guimarães
19h - Conferência

• “Outro lacaniano, uma razão no Real”, por Dany-Robert Dufour
(Professor do Departamento de Filosofia de Paris 8)
20:30 - Coquetel e lançamento de livros

01 de outubro - sábado

Mesas simultâneas

9h às 10:30 - Feminismo e homofobia:

• Intolerância à diferença sexual
Mediadora: Patrícia Mattos

10:30 às 12h - Supervalorização da saúde:
• Intolerâncias alimentares e outros transtornos do corpo
Mediadora: Fernanda Saboya

9h às 10:30 - Direito à inclusão:

• Intolerância aos limites
Mediadora: Rachel Amin

10:30 às 12h - Desmentido banal ou perversão:

• Tolerância, jeitinho ou debilidade do simbólico
Mediador: Erly Alexandrino Neto

14:30 – Plenária 3: Invenções e desmentidos:

• Por que não analisar os canalhas?
• Para bom entendedor, meia psicanálise não basta - Fernanda Costa-Moura
• O desmentido como discurso na política brasileira - Felipe Moura Brasil
Mediador: Douglas Nunes Abreu

16:30 - Coffee breack

17h - Conferência de encerramento:

• Desmentido ou inexistência do Outro?  Tania Coelho dos Santos



Comissão científica: Maria Cristina Antunes, Rosa Guedes Lopes, Angélica Tironi, Fernanda Saboya, Douglas Abreu, Erly Alexandrino Neto.


Fernanda Pimentel é psicanalista e atualmente cursa doutorado em Pesquisa e Clínica em Psicanálise na UERJ, pesquisando sobre a psicanálise na atualidade e a clínica contemporânea.
 Atende em consultório em Niterói e Copacabana.

Jornadas Clínicas na Santa Casa, no Rio de Janeiro : A MÃE, A MULHER E OS SEMBLANTES DO FEMININO.

Só gente boa na Jornada Clínica da Santa Casa, que acontece no ultimo sábado de agosto e no primeiro sábado de setembro. O evento pretende discutir o feminino e a maternidade na contemporaneidade, passando por questões importantes como o uso e abuso de droga, sexuação, e a clínica na neurose e na psicose. 


SERVIÇO DE PSICANÁLISE EM ATENÇÃO À INFÂNCIA E À FAMÍLIA
III JORNADAS CLÍNICAS
A MÃE, A MULHER E OS SEMBLANTES DO FEMININO.
Questões Clínicas

DATAS: 27/08 e 03/09




Conferencistas

 27 de agosto
A mãe, a mulher e as questões da sexuação

Dr. Jésus Santiago
Graduação em Psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais, doutorado e mestrado em Psicopatologia e Psicanálise pela Université de Paris VIII. Professor-Associado da Universidade Federal de Minas Gerais docente no Programa de Pós-Graduação Mestrado e Doutorado em Estudos Psicanalíticos.  Como psicanalista, atua principalmente nos seguintes temas: Lacan, psicoses, toxicomanias e novas compulsões, sexualidades contemporâneas e sintomas do mal-estar atual.  

03 de setembro
Os nomes das mães

Dr. Marcus André Vieira
Psiquiatra, psicanalista da Escola Brasileira de Psicanálise (da qual foi Presidente), doutor em Psicanálise ​pela Université de Paris VIII, prof. adjunto do departamento de Psicologia da PUC-Rio, coordenador do Digaí, projeto de atendimento na comunidade da Maré, autor de livros  e inúmeros artigos em revistas especializadas. Seu último livro tem por título Mães (Rio de Janeiro, Subversos, 2015). sitewww.litura.com.br

Comissão Científica - Coordenação por Eixo Temático
Psicanálise e Literatura - Carlos Eduardo Leal
Uso e Abuso de Drogas - Cláudia Henschel
A Clínica da Neurose - Cristina Duba e Maria Inês Lamy
A Clínica da Psicose - Cláudia de Paula e Fabio Malcher
A Clínica do Autismo - Ana Martha W. Maia e Jeanne Marie L. C. Ribeiro
Subjetividades Contemporâneas - Marcia Zucchi
Coordenação Geral - Silas Cabral Bourguignon

Inscrições até 25 de Julho
Alunos de graduação - R$180,00
Profissionais - R$200,00
Maiores informações: no site do evento

Fernanda Pimentel é psicanalista e atualmente cursa doutorado em Pesquisa e Clínica em Psicanálise na UERJ, pesquisando sobre a psicanálise na atualidade e a clínica contemporânea.
 Atende em consultório em Niterói e Copacabana.


2 de junho de 2016

Evento gratuito na UFF: Pathos e Cultura


UFF - Campus Gragoatá, Niterói

O Laboratório Cidade e Poder organiza o Evento Pathos e Cultura, que vai acontecer no dia 03 de junho (sexta-feira) entre 8h e 18h na sala 510 do Bloco O - Campus do Gragoatá da UFF.
Confira a programação!

8h - Vulnerabilidade Psíquica, Violência e Poder em Casa Grande & Senzala
Marcia Barros Ferreira Rodrigues (UFES)
Debatedor: Marcelo Neder Cerqueira (LCP-UFF)
10h - A paranoia do Negro no Brasil após a escravatura: uma análise de Arthur Ramos ás implicações da degenerescência e miscigenação na relação de crime e punição
João Ezequiel Grecco/ Supervisor: Mario Eduardo da Costa Pereira
Debatedora: Cláudia Henschel de Lima (LAPSICON-UFF Volta Redonda e LCP-UFF)
14h - Religião, Pathos e Cultura: Casa Grande & Senzala, um projeto político salvífico para o Brasil?
Cláudio Marcio Coelho (PPGHIS/UFES)
Debatedor: Henrique Cesar Barahona Ramos (LCP-UFF)
16h – Pathos e potência criativa na arte: o caso da poética de Arthur Rimbaud.
Lohaine Jardim (UFES)
Debatedora: Ana Motta (LCP-UFF)

Local: Campus do Gragoatá.
Av. Prof. Marcos Waldemar de Freitas Reis, Sala 510, Bloco O. Niterói – RJ
Tel. 21-2629-2942.
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE- ICHF